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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Um repto

          "A verdade gera confiança e a ilusão é fonte de descrença", diz o Presidente da República no seu discurso do dia de Portugal. Mais do que nunca, é necessário falar verdade aos eleitores como forma de credibilizar a política e os políticos, devolvendo aos cidadãos a utilidade do seu voto e a vontade em participar nas escolhas colectivas.

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           Pelo que vou lendo, na corrida autárquica para a Câmara de Porto de Mós, Salgueiro já anunciou que se recanditaria, garantido que está, diz ele, “o financiamento pelo QREN de algumas obras que considero importantes e prioritárias”. Esta forma de anunciar a recandidatura mais parece o anúncio de um presidente de clube de futebol a candidatar-se à presidência do clube. Salgueiro diz que já fez as “contratações”, agora só faltam os votos.                 Diria que obras qualquer um faz desde que tenha financiamento pelo que é por puro narcisismo a recandidatura de Salgueiro. Mas é necessário falar verdade e seria importante aferir esta “garantia” assim como saber se Salgueiro cumpre o mandato para que for eleito, seja ele qual for, ou se, caso seja eleito presidente, renuncia a meio do mandato para Albino Januário, o seu “alter ego”.

           Por parte do PSD vou lendo que as coisas não andam nada pacíficas e, aparentemente, dois candidatos se vislumbram no horizonte. Um vem do mundo associativo, Júlio Vieira, e outro do meio académico, Clarisse Louro. Reservando a minha opinião sobre o perfil de ambos (que já conheço um pouco por diligências que fiz) e mesmo sem ter a certeza se algum dos dois será efectivamente candidato, seria importante saber se o cidadão ou cidadã que o PSD apresentar a sufrágio abdica do mandato popular se não for eleito(a) presidente da Câmara mas apenas vereador ou vereadora.

            A candidatura a eleições deve ser um acto digno e “não gato escondido com rabo de fora”. Bem sei que dá sempre jeito para a carreira de qualquer funcionário público passar por um cargo de eleição popular, mas o que nós precisamos é de gente competente, mobilizada pelo espírito de serviço à causa pública e que fale verdade aos portomosenses.

           Continuaremos a acreditar no futuro da nossa terra ou a alimentar a fonte de descrença? 

publicado por Joga às 00:01

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1 comentário:
De David Gualdino a 15 de Junho de 2009 às 17:54
"mobilizada pelo espírito de serviço à causa pública"

Acho que essa frase assusta muita gente. E nos dias que correm, com a crise a fazer-se sentir, o espírito de sacrifício e de servir o público é deixado para 2º plano... 3º ou 4º. Provavelmente 5º plano. Mas já estou a ser demasiado pessimista. Ou talvez seja a minha fonte de descrença que esteja a ser alimentada em excesso. E também não são as "contratações" de Salgueiro que me fazem acreditar no futuro, pois nem sempre estas "contratações se mostram rentáveis.

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