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Quinta-feira, 19 de Fevereiro de 2009

A crise chegou ao concelho

          Um mês depois de termos alertado para a situação de  pré-emergência social em que vivemos, o executivo municipal parece estar paulatinamente a acordar do sono da avestruz.

 
Foto AECP          Salgueiro, sensibilizado talvez pela acção de autarcas vizinhos na defesa da indústria cerâmica nos seus concelhos, vem a público anunciar que esteve reunido com o Governo, há cerca de um mês, com quem falou dos problemas do sector da cerâmica e lança um conjunto de sugestões que não se percebe bem se já as apresentou ao Governo ou se apenas as enunciou publicamente.
          Entretanto, a crise está também instalada na actividade de exploração de calçada, única fonte de rendimento de centenas de famílias do nosso concelho, sobretudo das freguesias serranas, que já estão a sentir os efeitos da crise em suas casas. Queixam-se sobretudo da falta de pagamento dos empreiteiros que levam a pedra e das exigências legais que são cada vez mais difíceis de suportar. Estes factos são mesmo apontados por um antigo dirigente da Associação dos Exploradores de Calçada Portuguesa como determinantes para um crescente abandono da actividade, um baixar de braços que pode tornar-se problemático em termos sociais.
          Não é conhecida nenhuma diligência governamental do presidente Salgueiro em defesa desta actividade que dá emprego a centenas de portomosenses. Sabe-se apenas que se prepara para inaugurar uma rotunda no Alqueidão da Serra com um “boneco”, que diz ser uma “surpresa” em homenagem aos homens da pedra.
          “A Câmara podia fazer mais por a gente”, diz  inconformado, um trabalhador da pedra.
publicado por Joga às 00:01

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4 comentários:
De corrente a 6 de Março de 2009 às 17:56
Que ninguém tenha dúvidas, a crise já estava ai, escondida em todas as esquinas, o que havia era euros aos milhões que foram sendo sugados e esbanjados por aqueles que não têm responsabilidades autárquicas ou centralizado.
Como agora a massa já escasseia o seu circulo de distribuição é menor, daí a trilhoada de alguns.
Sempre foi assim e sempre assim será, quem detém o poder e não estiver preparado para se comportar com seriedade e carácter fiquem descansados que nada muda.
Infelizmente.
De Antonio Pires a 24 de Fevereiro de 2009 às 01:15
Depois dos vereadores do PSD terem apresentado um conjunto de medidas que, no conjunto não são assim tão relevantes, para quem não tem rendimentos, porque infelizmente, quando nada o faria prever, a crise atirou para o desemprego, esses euros que parecem escassos representam muito no orçamento familiar. Acontece que os vereadores do PS nem se dignaram propor alterações, apenas se preocuparam em votar contra, à qual juntaram declaração de voto que merece ser lida para que se tirem ilações acerca do sentimento social do executivo. Depois da reprovação do executivo, o que menos se esperava é que no dia seguinte, na A. Municipal, além dos deputados do PSD fossem também os deputados do PS a questionar o executivo acerca das medidas que preconiza para minimizar os efeitos da crise nos nossos munícipes Porque afinal a crise não é uma questão do partido A ou B. No entanto o executivo continua a entender que também isto é politiquice e, à primeira vista, a sensibilidade do executivo manteve-se inalterável. As obras de fachada estão primeiro porque, os recibos da água para quem não poder pagar, e enquanto o Sr. Presidente da Câmara não sentir de que crise estamos a falar, ele próprio vai pagando alguns dessesrecibos, como já fez questão de o referir por mais que uma vez.
De Maria Antonieta a 23 de Fevereiro de 2009 às 19:15
A crise chegou ´pedra, mas está tamém instalada no sector da ceramica, no comécio, na construção civil, no mercado imobiliário. São portanto muitos sectores atingidos e parece-me que seria altura deo executivo camaráriro pensar que há necessidade de criar um gabinete anti-crise como aliás já foi feito em outros municípios e inventariar as maiores dificuldades no concelho.
ão é quanto a mim paando facturas de água esporadicamente a esta ou aquela família que se reolverá o problema. Há uma necessidade imperiosa de um gabinete direcionado á crise até porue é practicamente certo que a verdadeira crise que trá dimensões incomensuráveis ainda não chegou.
Deveremos pois prepararmo-nos com a devida antecedência.
A partir de Maio as condições da maior parte das familias portuguesas irão degradar-se muito e é nessa altura que devem estar prontas as ferramentas necessárias para consegir encontrar respostas e algumas soluções que pelomenos minimizem no que for possível as consequências do que vem por aí
Maria Antonieta Mariano
De Irene Pereira a 19 de Fevereiro de 2009 às 07:09
O PSD apresenta hoje na reunião de câmara um conjunto de medidas que visa apoiar as empresas e os municipes na crise.

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