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NOTÍCIAS porto de mós

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Os espinhos da rosa

          Entre uma filiação partidária para “dar força ao aeroporto da Ota” e uma desfiliação por falta de apoios para uma obra local, a desmobilização no PS de Porto de Mós está a transformar este partido num deserto de pessoas. Sobram os espinhos à rosa portomosense.

          A demissão de Fernando Amado da liderança da bancada socialista na Assembleia Municipal acompanhada do anúncio da sua desfiliação do PS prender-se-à com uma alegada falta de apoio da Câmara e do próprio Governo a um projecto da Santa Casa da Misericórdia da qual é também dirigente. Os seus colegas de bancada e de partido, mas sobretudo os eleitores que lhe confiaram o mandato mereceriam uma justificação mas Fernando Amado mantém-se em silêncio. A sua atitude não é mais do que um espinho que a rosa tem.
          A desmobilização geral no partido que suporta o executivo municipal personificada na renúncia de Joaquim Ramos a uma recandidatura à presidência da Concelhia assim como a fraca participação no acto eleitoral interno são sinais da evidente fragilidade da estrutura local do PS. É mais um espinho que a rosa tem.
          Foi Salgueiro quem anunciou em devido tempo que se filiava no PS para “dar força ao aeroporto da Ota”. Conhecido o destino do aeroporto, o que fará agora Salgueiro no Partido Socialista? Não seria de estranhar se o seu interesse fosse, tão só, fortalecer o seu próprio projecto de poder pessoal ora insinuando-se junto do Governo socialista ora acentuando a sua natural deriva populista. Neste momento, contudo, a impressão que fica é que Salgueiro valerá eleitoralmente mais do que o próprio partido que o suporta. Incompreensivelmente, ou talvez não, o PS de Porto de Mós está a transformar-se num autêntico deserto de pessoas onde aparentemente prospera e cresce, como um cardo, o peso de Salgueiro. Este será, porventura, o maior espinho que a rosa tem.

publicado por Joga às 00:00

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2 comentários:
De corrente a 2 de Maio de 2008 às 19:08
Com a descoberta agora , e já lá vão mais de trinta e tal anos desde o tal pressuposto projecto que iria retirar PORTUGAL do marasmo , da triste conclusão de que os jovens, não estão interessados na política nem nos partidos, e conhecendo as realidades nacionais partidárias, partidos em cacos e quando andam mais do que muitos a partirem ainda mais do pouco que resta do que está partido.
Quanto à PÓLVORA , é preciso cuidado pois quando se acender o rastilho esta poderá não explodir devido à velhice, tal e qual os NOSSOS REPRESENTANTES POLÍTICOS ACTUAIS, que ainda espero ver com a bengalinha e as canadianas a segurarem os tachos.
Existe gente que nunca fez nada na vida, mesmo trabalhando muito, e o seu horizontes são curto, estão limitados ao umbigo.
Assim, como querem ter cidadãos à altura de construírem um País, se o que lá está é mais do mesmo, e os outros nem querem saber.
Mas, que isto vai dar barraca vai, aliás, basta ver a preocupação dos dinossauros políticos.
De quem é a culpa senão só deles, pois é mandatos atrás de mandatos sem nunca terem a preocupação de prepararem os que hão-de vir assegurar o futuro.
ELES QUEREM TUDO! ELES QUEREM TUDO! E NÃO DEIXAM NADA!
PORTUGAL PRECISA, NÃO DE MAIS DO MESMO MAS SIM DE CIDADÃOS DE OUTRA TEMPERA, talvez espanhóis com certeza ou franceses, búlgaros, moldavos, brasileiros, cabo verdianos ou de outros acabados em "anos" e não dos gajos peneirentos das beiras, do norte, do sul, do centro, da madeira dos açores, sei lá de que lado, porque esses já mostraram o que valem,
VALEM ZERO.
De Ricardo Jorge Almeida Gomes a 25 de Abril de 2008 às 23:15
Falam da OTA? Do famoso NAL ( New large airport ). O tal cujos estudos apontam para 40 milhões de utentes em 2030 ( salvo erro ). Mas que no ano de 2007 apresentou só e apenas 9 milhões de utentes. O tal que só directamente apresenta um porradão de empregos, fora todos os empregos susceptível de serem criados indirectamente. O tal que em Alcochete J'amais ? O tal que a hipótese Portela mais 1 não é válida devido a não se saber até que área ia o mais 1, posto em causa ainda porque a legislação não pode por ela própria definir quais as companhias que ficavam na portela e quais as que iam para o + 1.
É este que vai ser construído em Alcochete, mas que vai manter a Portela aberta, como, pressuponho +1 de Alcochete e aí a legislação já não é problema. É deste que falam?

Nota: Reparam que toda uma infra-estrutura de estradas e acessos terá de ser criada para Alcochete.

Eu conheço o zunzum que o Jorge Coelho foi um dos grandes responsáveis pela entrada em força do PS em Porto de Mós.
Mas com base na construção do aeroporto na OTA! Expliquem-me, pois eu não vejo a ligação? ( É mais perto do que Alcochete , mas acham mesmo que as sobras que daí advinham eram benéficas para Porto de Mós )
Bem o homem já tem o seu lugar ao sol na MOTAENGIL , pressuponho a firma que irá construir o NAL .


Quanto há demissão do Sr. Fernando Amado, não sei de nada. Mas como a nossa desconfiança nos políticos , ta mais do que generalizada. Até o cavaco o diz ( Que mais uma vez descobriu a pólvora ).
Tenho de concordar que as nossas mentes perversas saltam obrigatoriamente para a dúvida de que ele se demitiu, pois não conseguiu puxar a brasa para a sua sardinha. Somos assim, envergonho-me mas provem-me o contrário? Este é um desfio que lanço!


Cavaco o tal D. Sebastião que toda a gente pensou que ia mandar 1 ou 2 murros na mesa, mas que afinal apenas se mostrou, uma Maria que vai com todos.
Este senhor ocasionalmente diz umas verdades. Querem ver: " Temos problemas com a baixa natalidade" ; " O problema do desemprego em Portugal é bastante real" ; " O país tá numa grave crise económica"; " Os nossos jovens não estão muito elucidados com o 25 de Abril" ; " A confiança dos Portugueses na classe politica está muito em baixo".
Nota: De cada vez que ele fala descobre a polvora.

É preciso ser presidente para constatar estes factos? Nós queremos é alguem que toma decisões e a dele é simples:

1- Varremos a polvora?

2- Acendemos o rastilho

Ni, não é válido. A polvora tá lá agora decidam!

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