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NOTÍCIAS porto de mós

Quarta-feira, 16 de Agosto de 2006

As lombas da Ribeira

          A Comissão de Moradores da Ribeira de Baixo, depois de ter levantado, justamente, a voz alertando para o mau estado da estrada nacional 362 que liga Porto de Mós à Batalha, vem agora protestar contra a colocação de lombas naquela via que, entretanto, sofreu profundas obras de beneficiação.

          O grande objectivo das lombas rodoviárias é coagir os condutores a reduzir a velocidade quando se aproximam de algumas zonas mais propícias a sinistros. O desconforto e os danos causados aos veículos que as atravessam em excesso de velocidade fazem das bandas sonoras o ódio de estimação de quase todos os automobilistas. Apesar disso, elas parecem ter vindo para ficar. Na estrada da Ribeira de Baixo as lombas cresceram como cogumelos quer no troço do lado da Batalha quer do lado do município de Porto de Mós. Notoriamente houve um plano das entidades a quem compete a instalação destas marcas de “acalmia de tráfego” (Câmaras Municipais ou Instituto de Estradas de Portugal) para refrear o ímpeto pela velocidade dos automobilistas que circulam naquela estrada novinha em folha.

          Através do despacho nº 109/2004, a Direcção Geral de Viação aprova os requisitos técnicos de instalação e sinalização das Lombas Redutoras de Velocidade dando assim cobertura legal à implementação das lombas rodoviárias.

          É, contudo, um direito de cidadania que assiste à Comissão de Moradores da Ribeira de Baixo, fiscalizar a instalação das lombas na estrada nacional 362 e reclamar caso não tenham sido cumpridos exaustivamente todos os requisitos da Nota Técnica da DGV.

 

publicado por Joga às 11:58

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1 comentário:
De Joga a 16 de Agosto de 2006 às 12:46
NÃO É ADMISSÍVEL a instalação de lombas de trânsito nas seguintes situações:

1. Quando a velocidade máxima permitida for superior a 50 km/h;
2. Numa estrada ou troço considerado estratégico pelo Serviço Nacional de
Bombeiros e Protecção Civil, INEM (Instituto Nacional de Emergência
Médica) ou Administração Regional de Saúde;
3. Sem que o Instituto de Estradas de Portugal ou a Câmara Municipal consulte previamente a GNR como entidade incumbida da fiscalização do código da estrada assim como eventuais operadores de serviços regulares de transporte colectivo de passageiros que utilizem aquela via;
4. Em vias sem passeios ou noutras situações em que seja possível ao
condutor adoptar uma trajectória que contorne a lomba;
5. Em locais sem iluminação pública, constituída no mínimo por três
candeeiros com espaçamento entre eles não superior a 40 m ou por
dispositivo destinado especialmente à iluminação da lomba. Esta exigência
não se aplica se a velocidade máxima permitida no local for de 30 km/h
ou inferior;
6. A uma distância inferior a 30 m ou superior a 150m de uma passagem
de peões;
7 A uma distância inferior a 10 m da linha imaginária que delimita a zona
de intersecção de um cruzamento ou entroncamento na via em que se
pretende instalar a lomba, para salvaguardar a estabilidade dos veículos de
2 rodas;
(Excerto da a Nota Técnica da DGV, ponto 4.1.4)

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